sábado, 24 de março de 2012

Dia Internacional da Síndrome de Down


          Para todos que acompanham o nosso blog, gostaríamos de pedir a sua colaboração. O Centro Acadêmico Demóstenes está recebendo, até o dia 30/03, doações de roupas, brinquedos, material escolar, alimentos não-perecíveis, fraldas e produtos de higiene para ajudar instituições que atendem crianças com Síndrome de Down.
            Contamos com a sua ajuda e agradecemos pelo apoio!

Lula vai a hospital de SP para sessão de fonoaudiologia

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para fazer uma sessão de fonoaudiologia por volta das 10h50 desta sexta-feira (23). Segundo a assessoria de imprensa do ex-presidente, as sessões fazem parte da recuperação de Lula, que passou por um tratamento contra um câncer de laringe entre outubro de 2011 e fevereiro deste ano.
(Fonte: G1)

Para visualizar a notícia na íntegra, clique aqui.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Aos berros: porque você tem que pedir constantemente que certas pessoas falem mais baixo

Você é daqueles que todo mundo interrompe para pedir para falar mais baixo? Em sua defesa, você pode não estar gritando porque quer. Cientistas podem ter uma explicação porque a voz de algumas pessoas parece ser mais alta.

“Existem quatro fatores diferentes envolvidos”, diz a Dra. Amee Shah, diretora do laboratório de acústica e percepção da fala na Universidade Estadual de Cleveland.

“Há um componente biológico, um componente patológico, um componente de personalidade e um componente cultural”.

Às vezes, vozes altas ou baixas são baseadas simplesmente na forma do nosso corpo. “Pode ser mecânico. Todo mundo nasce com um tamanho diferente de laringe e cordas vocais. Além disso, alguns podem ter pulmões menores e não podem gerar fluxo de ar suficiente para ter uma voz mais alta”, explica.

Patologicamente falando, o volume de voz de uma pessoa pode ser devido a alterações no tecido ou vibração das cordas vocais. “À medida que envelhecemos, os tecidos atrofiam”, diz Shah. “As cordas vocais não vibram tão rápido. Ou poderia haver outras coisas, como a pessoa ser fumante ou desenvolver ao longo da vida nódulos ou pólipos vocais. Todas essas coisas podem contribuir para uma voz mais suave”.

Personalidade também pode desempenhar um papel no volume da voz. “Algumas pessoas tímidas, retraídas, podem não se sentir confortáveis em uma situação social, não ser boas oradoras, falar baixo demais”.

Muitas pessoas que falam baixo ou gostam de resmungar, psicologicamente, não são capazes de projetar suas vozes alto o suficiente. E mesmo a cultura pode afetar a forma como falamos. “Certas culturas impedem ou inibem o falar alto, especialmente se você é uma mulher”, diz a Dra Shah. “Há razões pragmáticas para que alguém não possa fazer contato visual direto e projetar a sua voz de forma alta”.

Se parece que sua mãe é uma cantora de ópera quando fala, isso significa que você também vai falar alto? Quanto à possibilidade de falar alto ser genético, Shah diz que tem mais a ver com o ambiente. “Ao nível da família, é mais uma influência mental”, diz ela. “Se é uma grande família, todo mundo aprende que para ser ouvido, tem que falar alto. É mais sociológico”


Mas crescer em torno de um bando de tagarelas também pode ter o efeito contrário. “Às vezes, se um irmão ou pai fala mais alto, o outro pode tender a ser mais retraído”, explica. Mas há esperança para todos. “É definitivamente possível treinar para falar mais alto”, diz Shah, apontando para vários métodos, como controle respiratório mais eficiente, trabalhar ritmo ideal para não desperdiçar fluxo de ar, respirar mais profundamente, hidratar-se com mais frequência e fazer ioga. Quanto a falar mais baixo, Shah diz que é muito mais difícil. “Na maioria das vezes, as pessoas não estão conscientes de que estão falando tão alto, a menos que alguém lhes diga. Uma grande parte do tempo, as pessoas se concentram no conteúdo e não na entrega”, compara.


E você? Fala alto ou fala baixo? Tem alguma dica?

(Fonte: hypescience.com)

Palavra do Fono [4]

Sou professora substituta da disciplina de Ortodontia Aplicada à Fonoaudiologia do currículo de graduação da Faculdade de Fonoaudiologia da UFCSPA, que contempla parte das habilidades e conhecimentos necessários para o Fonoaudiólogo na área de Motricidade Orofacial (MO). A Ortodontia e Ortopedia Facial trata das anomalias dentofaciais que causam ou são causadas por disfunções do Sistema Estomatognático (SE), enquanto que a MO trata das disfunções do SE. Sendo assim, ambas especialidades estudam e tratam direta ou indiretamente problemas relacionados à respiração, mastigação, deglutição, sucção, fala e hábitos orais deletérios. Também atuam no tratamento de fissuras orofacias, bruxismo, disfunção temporomandibular e estética facial. Portanto, a Odontologia e a Fonoaudiologia se complementam e dependem uma da outra, tanto no tratamento dos pacientes, quanto no ensino, pesquisa e extensão nas universidades. Desta forma, venho participando do projeto de extensão “Falando em Amamentação” e do PID “Atuação Fonoaudiológica no Tabagismo”, além de lecionar nas disciplinas de Morfofisiologia do Sistema Estomatognático e Motricidade Orofacial, dentre outras atividades interdisciplinares. Me sinto muito honrada e feliz por estar vivenciando esta experiência na melhor Faculdade de Fonoaudiologia do Brasil, pois além do meu crescimento pessoal, meus pacientes e meus alunos estão sendo beneficiados com estes conhecimentos.

Profª. Marcia Maahs
(Ortodontia e Ortopedia Facial)

quarta-feira, 7 de março de 2012

Palavra do Fono [3]

          O Curso de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, foi o primeiro Curso de Fonoaudiologia da cidade de Porto Alegre em uma Universidade Federal, sendo um marco no desenvolvimento da profissão na região. A sua manutenção como instituição que forma profissionais na área é de extrema relevância não só para a Fonoaudiologia mas para todas as áreas da saúde, tendo  em vista sua constituição interdisciplinar. Os alunos desta universidade tem sua formação profissional em saúde, com um sólido repertório de conhecimentos e cultura geral, senso crítico, iniciativa e disposição para a construção ativa dessa formação que, além de profissional é, também, humana, e para tanto, se faz necessário que cultivemos algumas virtudes essenciais, e estas não se encontram registradas em livros, mas são ensinamentos para toda a nossa existência: o trabalho, a disciplina, a felicidade e a amizade. Vocês saem daqui, antes de tudo, comunicadores. E o trabalho de um comunicador não é outro senão o de elucidar, trazer a verdade à tona e contribuir para que as idéias saiam das gavetas, que passem de simples sonhos para realidade.
           O caso de Demóstenes, contemporâneo de Aristóteles, ilustra o tema. Demóstenes tinha grande ambição de se tornar orador, mas tinha limitações naturais da fala. A vontade firme é essencial, mas insuficiente. Segundo Plutarco, “sua pronúncia inarticulada e gaguejante foi superada e tornou-se mais distinta porque ele treinou falar com pedras na boca”. Aumentando o problema que desejamos superar, desenvolvemos o poder necessário para vencer a dificuldade inicial. Demóstenes usou estratégia semelhante no treinamento da voz, que “ele disciplinou declamando versos e fazendo discursos quando estava quase sem fôlego, correndo ou subindo montanhas”.
Profª Drª Mauriceia Cassol

terça-feira, 6 de março de 2012

V Encontro Brasileiro de Motricidade Orofacial


Onde: Curitiba - Pontifícia Universidade Católica de Curitiba, Auditório Gregor Mendel, Rua Imaculada Conceição, 1155, Prado Velho
Quando: 15 e 16 de junho de 2012
Informações aqui

OBS: Com a sua inscrição antecipada você também receberá no dia do evento gratuitamente, o livro "Terapia Fonoaudiológica das Funções Orofaciais", contendo as palestras dos professores.

Jornada de Otologia e Curso teórico-prático de aparelho auditivo de ancoragem óssea (BAHA)


Onde: Santa Casa de Porto Alegre, Anfiteatro Hugo Gerdau, Rua Profº Annes Dias, 295
Quando: 09 e 10 de março de 2012
Valores: Fonoaudiólogos:  Curso teórico = R$100; Curso prático = R$50
               Acadêmicos de fonoaudiologia: Curso teórico = R$50; Curso prático = R$50

Inscrições podem ser feitas online: www.santacasa.org.br/eventos
Mais detalhes, clicando aqui

11º Congresso de Otorrinolaringologia




Data de Início: 31/5/2012

Data de Término: 2/6/2012 
Cidade: Foz do Iguaçu / PR
Local:
Hotel Mabu - Thermas & Resort

Organização: Fundação Otorrinolaringologia 
Site do Evento: http://www.forl.org.br/congresso2012

E-mail do Evento: congresso2012@forl.org.br

Jô Soares entrevista a fonoaudióloga Mara Behlau


Assistam as outras duas partes da entrevista. Vale a pena!

Palavra do Fono [2]

Fonoaudiologia é uma palavra grande que combina, também, com a grande missão de um fonoaudiólogo. Missão que inclui, entre outras igualmente importantes, a preservação e promoção do seu direito básico à comunicação. Comunicar-se através da fala é uma exclusividade humana, um verdadeiro privilégio. Outro atributo humano é o ato de cuidar. Assim, é o fonoaudiólogo um profissional da saúde que cuida de funções que fazem, de todos nós, seres humanos completos e socialmente melhores: ouvir, comunicar-se, comer, sorrir, enfim.... "Fono" é tudo de bom!
                                                                                                                                   Janaína Quiroga
                                                          Estudante de fonoaudiologia da UFCSPA

Valorização da profissão



         O ano de 2011 é marcante para nós, fonoaudiólogos. Afinal, comemoramos os 30 anos de regulamentação da nossa profissão. Mas o momento não é apenas de celebração. É, também, a ocasião ideal para darmos o devido valor àqueles que se empenharam durante anos para que hoje sejamos reconhecidos e respeitados por toda a sociedade.

       Ao longo dessas três décadas, muitas transformações ocorreram. Outras tantas deverão acontecer e, para isso, é preciso
dedicação e empenho de todos. Não adianta festejarmos os 30 anos de profissão regulamentada e esquecer do que podemos e devemos fazer para que tenhamos uma Fonoaudiologia mais forte. Precisamos nos inserir em diferentes contextos e conhecer as necessidades de diversos grupos sociais. Temos de avançar, e muito, nas questões de mobilizações políticas. Nossa classe carece de mais pessoas engajadas, que reivindiquem, por exemplo, em conselhos municipais, estaduais e federais de saúde e de educação mais espaço para a Fonoaudiologia atuar. Não podemos pensar só nas oportunidades de trabalho. Devemos agir, também, movidos pela responsabilidade social que assumimos. Somos detentores de um conhecimento que pode ajudar a mudar a vida das pessoas. Nesse sentido, faço-lhes uma provocação: como você idealiza a Fonoaudiologia daqui a dez anos?

Bianca Queiroga
Presidente do CFFa

Vestindo a camisa da Fonoaudiologia

      No dia 9 de Dezembro de 2011 comemorou-se em todo o território nacional o dia do fonoaudiológo. Para prestigiar este evento, alguns artistas vestiram a camisa da Fonoaudiologia para mostrar a importância desta profissão para a saúde da população.

Danilo Caymmi








Fabrício e Fabian

Fernanda Abreu

Roupa Nova

segunda-feira, 5 de março de 2012

Palavra do Fono [1]

"Não sei se consigo descrever a fonoaudiologia por aquilo que sinto. Sou uma verdadeira apaixonada! A fono é uma luta, um empenho, uma garra que precisamos ter e uma força para mostrar ao mundo quanto capazes somos e quanta qualidade de vida proporcionamos aos outros. Ser fono é amar a profissão, é querer bem às pessoas, é proporcionar o básico - tão importante e tão banal - de todo o dia. É querer que as pessoas possam escutar o barulho do mar, possam dizer 'eu te amo' à pessoa amada, possam fazer parte da refeição diária familiar, possam respirar corretamente e, quem sabe, não sejam chefe de uma grande multinacional. Sou estudante desta àrea da saúde e tenho muito orgulho disso. Me sinto importante. Sei que poderei ajudar muitas pessoas. E o meu futuro? Me imagino em um hospital discutindo de igual para igual com os médicos, e no meu escritório, muitos pacientes satisfeitos com o meu trabalho."

Rafaela Soares Rech, 
Estudante de fonoaudiologia da UFCSPA
Coordenadora Geral do C.A.D.